Com “desglobalização”, Wellington vê mais valor na Europa que nos EUA
Num momento em que instabilidades macro e os impactos da AI fazem preço nos mercados, o melhor é diversificar e se concentrar nos fundamentos das empresas, diz Laura Howenstine, diretora da Wellington Management, gestora americana com US$ 1,2 trilhão em AUM. Howenstine é responsável pelo fundo de ações Global Quality Growth, que busca investir seus […] The post Com “desglobalização”, Wellington…
Durante um período marcado por incertezas macroeconômicas e os efeitos da inteligência artificial, Laura Howenstine, a diretora da Wellington Management, recomenda diversificar e se concentrar nos fundamentos das empresas. O gerente de fundos Americano com US$ 1,2 trilhão em AUM destaca que o fundo está sobrepeso em relação à Europa e subpeso no que diz respeito aos Estados Unidos.
Apesar de muitos acreditarem que a Europa foi severamente afetada pelo conflito entre os EUA e o Irã, Howenstine observa sinais de resiliência econômica no continente. A globalização foi forte nos primeiros anos do século 2000, mas agora há um movimento em direção à desglobalização, resultando em menos correlações de desempenho entre os mercados de ações.
As principais posições do fundo incluem a Nvidia e a TSMC, mas há uma redução marginal recente. O fundo está overweight no que diz respeito aos EUA e underweight em relação à Europa, pois Isso é um reflexo das melhores combinações de crescimento, qualidade, valuations e retornos de capital para os acionistas.
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