O effort da tarefa: quando pensar demais vira stage 3 na fatura do agente
Quando eu era mais novo, pedi ao mecânico para colocar minha Harley-Davidson Heritage 2010 , 1600 cc , em stage 3 : motor, módulo (ECM) e várias outras mudanças. Não era vitrine. Era potência de verdade. Na prática, o consumo caiu de 23 km por litro para 12 km por litro . Eu não precisava daquela potência o tempo todo: não rodava tanto e não corria com a moto. Mesmo assim, você paga o consumo de…
Quando eu era jovem, pedi ao mecânico para modificar minha Harley-Davidson Heritage, adicionando um motor 1600 cc, um módulo ECM e várias outras alterações. Não era uma demonstração para quem passeava, mas sim um aumento de potência real. Na prática, o consumo de combustível diminuiu de 23 km por litro para apenas 12 km por litro.
Eu não precisava dessa potência constantemente, pois não dirigia tanto e não conduzia à velociadeira. Mesmo assim, cada quilômetro rodado carregava o custo dessa configuração avançada. No agente de serviços, a mesma regra se aplica: manter o nível de reasoning (argumentação) no máximo para tarefas triviais (como renomear variáveis, listar arquivos ou formatar import) significa pagar o reasoning stage 3 em cada execução desnecessária.
O modelo continua funcionando, mas a fatura vem a cada execução. Ao definir qual LLM será utilizado para cada tarefa, há uma segunda configuração que ainda não está claro: "reasoning effort" (ou quantos recursos de raciocínio o modelo pode gastar nesta execução). Sem essa segunda configuração, manter o reasoning ativo pode ser desperdiçar recursos, mesmo quando a tarefa apenas requer chegar a um ponto.
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