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A publicidade brasileira tem uma história gloriosa. Regina Augusto ajudou a escrevê-la

Quando começou a cobrir o mercado publicitário, em 1996, Regina Augusto já testemunhara uma das maiores transformações econômicas do País: o lançamento do Plano Real. O que ela ainda não sabia era que passaria as três décadas seguintes acompanhando outras transformações – no consumo e no desejo dos brasileiros. “Primeiro, não é uma biografia. Não […] The post A publicidade brasileira tem uma…

A publicidade brasileira tem uma história gloriosa. Regina Augusto ajudou a escrevê-la

Publicidade brasileira tem uma rica história, e Regina Augusto desempenhou um papel crucial em sua evolução. Em 1996, quando ela começou a cobrir o mercado publicitário, o País estava passando por transformações significativas, incluindo o lançamento do Plano Real. Augusto testemunhou essas mudanças e continuou a cobrir o mercado por mais três décadas, focando nas mudanças de consumo e desejo dos brasileiros.

Na atual obra, Presente Mais-que-Perfeito: Ensaios sobre Comunicação, Mercado e Poder, Regina analisa o mercado atual e propõe um exercício de imaginação sobre o futuro da comunicação. O livro é um mergulho na história e nas mudanças que moldaram a publicidade brasileira, desde sua cobertura dos primeiros momentos do Plano Real até a influência das agências como DPZ, W/Brasil, DM9 e AlmapBBDO.

Augusto, ex-editora-chefe do Meio & Mensagem, revela como a publicidade ajudou a transformar a relação do brasileiro com o desejo após a estabilização da economia trouxer a mais pessoas no mercado de consumo. Ela fala sobre como comprar passou a significar pertencer e como as marcas enfrentaram o desafio de transformar a capacidade de compra em desejo.

Além de analisar o passado e o presente, Regina também reflete sobre o futuro. Para isso, ela entrevista personalidades como a ativista climática e liderança indígena do povo Pataxó, Alice Pataxó, e o linguista e professor da UFPR, Caetano Galindo. Augusto concluirá que "o que eu estou chamando de amanhã é mais amanhã do que futuro", destacando a rapidez com que as coisas estão mudando e a dificuldade de prever o que virá.

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