No Brasil faccionado, a Pax quer ser o ChatGPT da polícia
Todo mundo sente na pele – mas é difícil dimensionar o problema da violência no Brasil. O País sequer possui uma estatística nacional padronizada que mostre quantos crimes são solucionados. Nos homicídios, onde há dados mais confiáveis, o retrato é preocupante: menos de quatro em cada dez casos chegam a uma denúncia do Ministério Público […] The post No Brasil faccionado, a Pax quer ser o ChatGPT…
O Brasil enfrenta um problema sério de violência, com poucas estatísticas confiáveis para medir o nível de crimes solucionados. Em crimes graves, como homicídios, apenas menos de quatro em cada dez casos chegam a uma denúncia do Ministério Público no ano seguinte. Para combater isso, David Peixoto, fundador da edtech Isaac, criou a Pax, uma startup que utiliza inteligência artificial (AI) para ajudar a polícia a investigar crimes.
David, que tem raízes na segurança pública através de sua mãe, que era agente penitenciária e irmão, que é policial, percebeu que a polícia no Brasil tem uma enorme quantidade de informações, mas pouca capacidade de cruzar esses dados para encontrar relações importantes. A Pax utiliza IA para transformar imagens e dados existentes em informações pesquisáveis, ajudando a polícia a reconstruir crimes complexos.
Em pouco mais de um ano, a Pax atraiu US$ 40 milhões de investimentos e já está em mais de 200 cidades, principalmente em Goiás e no Paraná, com um time de cerca de 70 pessoas, incluindo engenheiros de ponta. A Pax já demonstrou eficiência na captura de suspeitos e recuperação de veículos, com relações de 21 a 435 vezes mais eficientes em comparação com o sistema "Smart Sampa".
Com a meta de expandir para todos os estados brasileiros até o final de 2027, a Pax busca transformar a segurança pública latino-americana, utilizando AI para ajudar os investigadores a encontrar relações que antes seriam difíceis de encontrar.
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